Arquivo de Junho 15th, 2008

15
Jun
08

Biografia do Chefe da Casa Real Portuguesa

Dom Duarte de Bragança

O Chefe da Casa Real Portuguesa, Dom Duarte Pio João Miguel Gabriel Rafael de Bragança é filho dos Duques de Bragança, Dom Duarte Nuno, neto de D. Miguel I e Dona Maria Francisca de Orleans e Bragança, Princesa brasileira, trineta de D. Pedro IV. Por causa da Lei do Banimento nasceu exilado na Suíça, mas em território português: na Embaixada de Portugal em Berna, a 15 de Maio de 1945. Teve por padrinhos Sua Santidade o Papa Pio XII e por madrinha a Rainha Dona Amélia de Orleans e Bragança.

Após o regresso a Portugal da Família Real nos anos 50, estudou no Colégio Nuno Álvares (Caldas da Saúde) em Santo Tirso entre 1957 e 1959. Em 1960 ingressou no Colégio Militar em Lisboa, prosseguindo os seus estudos no ISA – Instituto Superior de Agronomia e mais tarde no Instituto para o Desenvolvimento na Universidade de Genebra.

Cumpre o serviço militar em Angola como Tenente Piloto Aviador da Força Aérea entre 1968 e 1971. Em 1972 organizou com um grupo multiétnico angolano uma lista independente de candidatos à Assembleia Nacional, iniciativa que terminou com a sua expulsão do território angolano, por ordens do Primeiro Ministro. Foi também expulso por motivos políticos, nessa época de S. Tomé e teve problemas em Timor.

Conheceu em profundidade todas as Províncias Ultramarinas, estabelecendo relações de amizade em particular com chefes tradicionais e lideres espirituais das várias religiões.

Desenvolveu actividades como Presidente da Campanha “Timor 87”, campanha nacional da apoio a Timor aos Timorenses residentes em Portugal e noutros países, iniciativa que teve o mérito de dar um maior destaque à Causa Timorense. Sob a presidência da Senhor Dom Duarte participaram dessa campanha numerosas personalidades, como a Senhora D. Maria Cavaco Silva, mulher do então Primeiro-Ministro Português; Dr. Isaltino Morais, Presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Dr. João Soares, ex-Presidente da Câmara Municipal de Lisboa; o Chefe do Estado Maior das Forças Armadas e representantes das duas Centrais Sindicais Portuguesas: Intersindical e UGT – União Geral de Trabalhadores, conseguindo a construção de um bairro de quarenta casas para Timorenses desalojados. A Fundação Dom Manuel II enviou ajudas para Timor durante vários anos no valor de várias centenas de milhares de contos.

Actualmente é membro do Conselho da CONFAGRI, Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e de Crédito e Presidente da Fundação Dom Manuel II; da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Nelas, sendo também Presidente Honorário da Prémio Infante D. Henrique, cujo Presidente Internacional é S.A.R. o Duque de Edimburgo, programa que em Portugal abrange mais de 4 000 jovens…

É Grão Mestre da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, Grão Mestre da Real Ordem de São Miguel da Ala e Juiz da Real Irmandade de São Miguel da Ala, Bailio Grã-Cruz de Honra e Devoção da Ordem Soberana Militar de Malta e possui o Tosão de Ouro, com que foi agraciado pelo Arquiduque Otão de Habsburgo, entre outras ordens com que foi agraciado.

O Duque de Bragança está ligado por laços familiares com várias Casas Reais e Ducais da Europa e nomeadamente: Bourbon Duas Sicílias, Baviera, Luxemburgo, Áustria-Hungria, Bélgica, Liechenstein, Itália e Casa de Thurn und Taxis.

Visitou a República Popular da China a convite da Associação Chinesa da Amizade, e a nível particular várias vezes.

Casou em 13 de Maio de 1995, com a Senhora Dona Isabel de Herédia, e é pai de:

  • Dom Afonso de Santa Maria, Príncipe da Beira, nascido a 25 de Março de 1996 e baptizado em Braga a 1 de Junho de 1996,
  • Dona Maria Francisca nascida a 3 de Março de 1997 e baptizada em Vila Viçosa em 31 de Maio de 1997,
  • Dom Dinis nascido a 25 de Novembro de 1999 e baptizado no Porto em 19 de Fevereiro de 2000.
15
Jun
08

SAR visita a Galiza pelos 200 anos da Guerra Peninsular

Formações de honra e desfiles, flores, uma recepção oficial no Conselho de Soutomaior, a entrega dos diplomas, e até mesmo uma recriação histórica. Todos com um único propósito: para comemorar a batalha travada em 7 e 8 de junho de Ponte sampaio, onde os “heróicos” vizinhos colidiram com as tropas de Napoleão e forçando-o “em francês” de se retirar.

A associação provincial Heróis de la Independencia 1809 aquece motores no próximo ano para comemorar o bicentenáriol da chamada Guerra da Independência ( Guerra Peninsular)e fá-lo com uma série de eventos educativos
sobre os acontecimentos ao longo do rio Verdugo 199 anos atrás.

A estátua em homenagem ao Pontesempaio Heróis da Alameda e São Francisco convento, no momento em quartéis do exército francês, em Praga, e perto da ponte de Pontesampaio cenários foram escolhidos para recriar o gesto. Alguns eventos participaram como convidados especiais, o Duque de Bragança SAR D. Duarte Pio. o recém-nomeado presidente honorário da associação e Rosário de Sousa e Faro e Sanjurjo

Tanto uma revista colorida tropas, vestidas com uniformes de diversas empresas que participaram na Guerra da Independência terras da Galiza como o Regimento de Artilharia A Coruna, Victoria de Ferrol regimento, a Academia Real de Santiago, alarmes de Culleredo, Tui e Pontesampaio.

fonte:
AQUI

(8 de Julho de 2008)

DIÁRIO DE PONTEVEDRA




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